quarta-feira, 25 de março de 2015

Existe Raiva Justa?

Será que existe raiva justa? Ou só há raiva? Não há boa influência ou má influência, só há influência; mas, quando você está influenciado por algo que não me agrada, chamo isso de má influência. No momento em que você protege sua família, seu país, um pano colorido chamado bandeira, uma crença, uma ideia, um dogma, a coisa que você exige ou possui, essa mesma proteção indica raiva. Então, será que você pode olhar para a raiva sem nenhuma explicação ou justificação, sem dizer: “Preciso proteger os meus bens”, ou “Eu estava certo em ficar com raiva”, ou “Como fui estúpido em ficar com raiva”? Você consegue olhar para a raiva como se ela fosse algo em si mesma? Consegue olhar com completa objetividade, o que significa sem a defender nem a condenar?

 - Krishnamurti

terça-feira, 24 de março de 2015

Não Fugir da Violência

Se não houvesse nenhum ideal, só restaria a você “o que é”. Será que isso tranquilizaria as pessoas? Ou você teria então a energia, o interesse, a vitalidade para resolver “o que é”? Não seria o ideal da não violência uma fuga ao fato da violência? Quando a mente não está fugindo, mas é confrontada com o fato da violência – que ela é violenta, não a condenando nem a julgando – então certamente tal mente tem uma qualidade inteiramente diferente e já não há violência. - Krishnamurti, 

domingo, 15 de março de 2015

Hexagrama do iChing - Lu: O Andarilho / Conduta

Agora é oportuno que você não faça projetos: considere como tudo é mutável e fácil de transformar-se. Por enquanto, você deverá contar com o que você possui e fazer com que baste sem que você se prenda às coisas. Livre-se do sentimento de possessão e das expectativas que envenenam a vida. 

Fogo

Montanha

sábado, 14 de março de 2015

Provérbio Árabe sobre o Silêncio

No abras los labios si no estás seguro de que lo que vas a decir es más hermoso que el silencio.

Proverbio árabe

domingo, 8 de março de 2015

Pensamento do Dia - Saber Quem Sou

Ignoramos nuestra verdadera estatura hasta que nos ponemos en pie.

Emily Dickinson

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