sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Consciência Centrada no eu

Indivíduos relataram que só percebiam o quanto estavam alheios ao mundo exterior e centrados em si mesmos quando estavam sob efeito de psicotropicos.

Quando estavam sob efeito, percebiam isso devido a extrema auto absorção em que se encontravam, o que lhes causava uma realidade desvantajosa a eles mesmos, por ignorarem o entorno.

Após estarem em consciência normal novamente, ainda podiam lembrar-se de manter a consciência expandida por um tempo, mas logo os afazeres do cotidiano os faziam esquecer ao menos parcialmente os insights que haviam tido.

sábado, 10 de outubro de 2015

Los peligros de ser individualista

En el mundo de los idealistas existe un peligro, que, agazapado y disimulado, se convierte tarde o temprano, en la propia destrucción de los idealistas.

Ese peligro es el exagerado y mal entendido individualismo.

Entendemos que el individualismo de los Idealistas es, en principio, nada más que una reafirmación de la búsqueda del propio ser, infinitamente grande e infinitamente solitario ante el Misterio de Dios. Pero ese sentimiento, multiplicado y vertido hacia el mundo exterior, hace de los idealistas seres solitarios, seres que se estiman grandes por cuanto portan una idea, pero que no atinan a fortalecerse en la Unión con Ideas hermanas.

De este modo, los grandes soñadores, los grandes inventores, los grandes visionarios, perecen en la soledad de la incomprensión, sin llegar a transmitir sus vivencias, cortando toda continuidad y progresión a través de los tiempos. No es raro, pues, que la amargura y el desencanto, se adueñen de estos seres, que de otra manera hubiesen sido destinados a cambiar los grandes signos de la Historia.

Lógicamente no es fácil transmitir en su totalidad las grandes ideas de los grandes hombres, ni hacerlas comprender por todos. Pero las grandes ideas son como el Sol, que alumbra por igual a todas las cosas, si bien la distancia hace que algunas reciban más o menos esos rayos. Y así como el Sol beneficia aunque sea con sus rayos un tanto alejados y fríos, y esa poca luz y calor son preferibles a la oscuridad y el hielo absolutos, también es preferible verter las ideas superiores sobre todo el mundo, dejando que ellas bañen en la medida en que las cosas y los seres crecen hacia ellas.

Hoy el Mundo pide Unión. La falsa individualidad es signo de debilidad, y sólo la fuerza de la Unión podrá hacer frente a los enemigos de la disolución: el materialismo en avance, la falta de Fe en Dios y en sí mismos, la ruptura de todos los esquemas fundamentales de civilización.

Como un círculo mágico, donde es difícil señalar el principio y el fin, pues ambos coinciden en un punto, repetiremos una vez más que "La Unión hace la Fuerza", y por lo mismo, "La Fuerza hace la Unión".

Sólo los hombres fuertes saben vivir unidos sin dejar de ser ellos mismos; sólo los que vivan unidos por un Ideal serán tan fuertes como la idea misma. 

En Nueva Acrópolis, estamos en una constante búsqueda de vivir ideales de fraternidad, del rescate constate de nuestras virtudes, de ser mejores seres humanos cada día, te invitamos a participar con nosotros de estas experiencias.

Delia Steinberg Guzmán

Porque só ouço reclamações?

Se você é a pessoa para a qual todos se voltam para reclamar dos outros e do que está errado e até mesmo te acusar de não tomar uma atitude em relação ao que eles acham que está errado, ao que deveria mudar e o que deveria ser corrigido de acordo com o ponto de vista do reclamante. Calma... Provavelmente não é culpa sua.

Pelo contrário, sabe para quem as pessoas costumam pedir ajuda, as vezes em forma de reclamação?

Aos mais fortes. Aqueles que não parecem se afetar com os problemas. Muitas vezes vistos até mesmo como omissos, por ficarem inalterados frente aos problemas que outros se desesperariam.

Então meu amigo se você é o alvo ao qual sua família ou circulo de trabalho, amizades, etc... usam para desabafar seus problemas, fique tranquilo. Pode ser que não seja seu problema, provavelmente não.

Mas... sempre cabe uma reflexão para ver se o causador de tal desequilíbrio não foi você mesmo.

Se não foi, aí a decisão de entrar no problema ou não, é sua, mas saiba que é mais fácil ver o problema de fora, uma vez que entre, seja sóbrio, rápido e sensível, mas não se demore, problema é para ser resolvido mesmo, caso contrário ele cresce.

Uma dica final é que cada problema tem seu tempo, e só pode ser resolvido no momento certo. Nem antes e nem depois. Assim como o desenvolvimento e crescimento da consciência das pessoas.

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Eu não tenho noção

Não tenho mesmo.

E acho q vou ter cada vez menos.

Pq já não acredito mais na lei dos homens.

Ela foi feita pra beneficiar uns poucos e foder com muitos.

Quer ser um bom cidadão cumpridor da lei? Comece parando de sonegar impostos e de fumar maconha, pq os dois são crime, vc sabe... Assim irá ajudar sua pátria educadora.

Ah e de jeito nenhum fique devendo pros bancos, deixe de lado tudo que traz alegria pra sua vida, mas o banco é sagrado.

Se eu não permitir que todo meu poder pessoal seja sugado de canudinho talvez eu possa fazer um gesto por alguém

Se eu sou louco? Devo ser completamente pirado! Pq sou uma mistura de Salazar e  Kiyosaki com Castaneda e Sócrates.

sábado, 26 de setembro de 2015

O Prêmio por Fazer o Bem

O Prêmio das Boas Obras é Have-lo Feito. Não há nenhum outro prêmio digno. Sêneca

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

[Vídeo] O que é a Filosofia a Maneira Clássica

quinta-feira, 18 de junho de 2015

Sobre o Poder, a Vontade e o Amor no Serviço

A riqueza não se mede pelos bens que se possui, mas pelo bem que se faz.

Quem serve mais é porque PODE servir mais. Isso é PODER

Para servir mais, há que QUERER. VONTADE E PODER contudo carecem de direção.

Para que a escolha de porque, onde e a quem servir seja justa, é necessário haver DISCERNIMENTO.

E o VERDADEIRO DISCERNIMENTO não pode ser egoísta para que não reduza a área de atuação a um indivíduo apenas.

E aí entra o AMOR como elemento que despersonaliza as escolhas. Oferecendo o cenário completo, sem predilectos pessoais, ou pelo menos as minimizando.

Eis a chave mágica!

O PODER de saber, a VONTATE de fazer e o AMOR para saber a quem fazer.

terça-feira, 9 de junho de 2015

Ser Feliz. Uma Questão de não Fazer Nenhuma Questão

Esta história roda a internet em vários estilos e traduções diferentes, mas está relatada nos arquivos de seminários da Universidade de Fresno na Califórnia.
Aconteceu em um seminário para casais.
Durante o mesmo, um dos palestrantes perguntou a uma das esposas:
"Seu marido lhe faz feliz?
Ele lhe faz feliz de verdade?"
Neste momento, o marido levantou seu pescoço, demonstrando total segurança. Ele sabia que a sua esposa diria que sim, pois ela jamais havia reclamado de algo durante o casamento.
Todavia, sua esposa respondeu a pergunta com um sonoro "NÃO", daqueles bem redondos!
"Não, o meu marido não me faz feliz"!
O marido ficou desconcertado, mas ela continuou:
"Meu marido nunca me fez feliz e não me faz feliz! Eu sou feliz".
"O fato de eu ser feliz ou não, não depende dele; e sim de mim. Eu sou a única pessoa da qual depende a minha felicidade.
Eu determino que serei feliz em cada situação e em cada momento da minha vida, pois se a minha felicidade dependesse de alguma pessoa, coisa ou circunstância sobre a face da Terra, eu estaria com sérios problemas.
Tudo o que existe nesta vida muda constantemente: o ser humano, as riquezas, o meu corpo, o clima, o meu chefe, os prazeres, os amigos, minha saúde física e mental. E assim eu poderia citar uma lista interminável.
Eu preciso decidir ser feliz independente de tudo o que existe! Se tenho hoje minha casa vazia ou cheia: sou feliz! Se vou sair acompanhada ou sozinha: sou feliz! Se meu emprego é bem remunerado ou não, eu sou feliz!
Hoje sou casada mas eu já era feliz quando estava solteira.
Eu sou feliz por mim mesma. As demais coisas, pessoas, momentos ou situações eu chamo de "experiências que podem ou não me proporcionar momentos de alegria ou tristeza".
Quando alguém que eu amo morre, eu sou uma pessoa feliz num momento inevitável de tristeza.
Aprendo com as experiências passageiras e vivo as que são eternas como amar, perdoar, ajudar, compreender, aceitar, consolar.
Há pessoas que dizem: hoje não posso ser feliz porque estou doente, porque não tenho dinheiro, porque faz muito calor, porque está muito frio, porque alguém me insultou, porque alguém deixou de me amar, porque eu não soube me dar valor, porque meu marido não é como eu esperava, porque meus filhos não me fazem felizes, porque meus amigos não me fazem felizes, porque meu emprego é medíocre e por aí vai.
Amo a vida que tenho, mas não porque minha vida é mais fácil do que a dos outros. É porque eu decidi ser feliz como indivíduo e me responsabilizo por minha felicidade.
Quando eu tiro essa obrigação do meu marido e de qualquer outra pessoa, deixo-os livres do peso de me carregar em seus ombros. A vida de todos fica muito mais leve.
E é dessa forma que consegui um casamento bem sucedido ao longo de tantos anos."
Nunca deixe nas mãos de ninguém uma responsabilidade tão grande quanto a de assumir e promover sua felicidade!
SEJA FELIZ, mesmo que faça calor, mesmo que esteja doente, mesmo que não tenha dinheiro, mesmo que alguém tenha lhe machucado, mesmo que alguém não lhe ame ou não lhe dê o devido valor.
E isso vale para mulheres e homens de qualquer idade.

11 coisas que você precisa parar de fazer para ser feliz

Será que suas atitudes estão prejudicando a sua felicidade? Quais comportamentos negativos você pratica no dia a dia? Você não acha que poderia ser muito mais feliz se deixasse de lado certas ações que executa com frequência, muitas vezes sem se dar conta do mal que está fazendo a si mesmo?
11 coisas que você precisa parar de fazer para ser feliz
A felicidade está ligada aos nossos comportamentos, hábitos e reações, porque eles são a manifestação do que acontece dentro de nós. Quando conseguimos controlá-los e aprendemos a reagir e nos comportar de formas melhores, passamos a administrar também nossas sensações internas, beneficiando-as. Alguns hábitos que prejudicam a felicidade são bastante comuns, é provável que você se identifique com um ou mais deles nesta lista:
1) Julgar e rotular os outros
Falar dos outros, fazer fofoca e julgar a vida e as atitudes alheias são um péssimo hábito, mas é fácil mudá-los. Simplesmente não faça. Você sabe que, se quiser, consegue. Quando sentir o impulso de julgar, pare imediatamente de olhar para o outro e olhe para si mesmo. Ao invés de fofocar, fale sobre outros assuntos. Você é uma pessoa interessante e tem coisas muito melhores para oferecer. Não se prenda a uma primeira impressão ruim, dê tempo para que o outro mostre a você o que tem de bom. Pare de rotular as pessoas, como por exemplo chamar quem é rico de “filhinho de papai” e “patricinha”. Pensar negativamente sobre os outros traz muita negatividade para você. Controle-se, vigie suas atitudes e faça essa mudança. Em pouco tempo, sua vida vai começar a mudar.
2) Querer a perfeição
Buscar a perfeição em tudo o que você faz torna a sua vida tediosa e maçante, além de fazer de você uma pessoa chata. É verdade! Errar, voltar atrás, recomeçar, mudar de ideia, consertar e melhorar fazem parte da vida e, acredite você ou não, é isso o que faz dela uma jornada divertida e interessante. Se a perfeição existisse, ela significaria o seu fim, porque você não teria mais como crescer, aprender, vivenciar e experimentar. Ser perfeito quer dizer que tudo já foi feito! Ao invés de querer a perfeição, queira ser dono de uma sede eterna por crescimento e aprendizado e deseje que exista um infinito de coisas que você ainda não sabe e não viu. Sinta a imensa alegria e empolgação em saber que ainda há muito para ver e muito para viver. A sua vida não tem que ser perfeita, ela só precisa ser incrível.
3) Ser contagiado pela negatividade alheia 
Pessoas vulneráveis sempre permitem que sua felicidade e bem-estar sejam atacados e destruídos sem necessidade, porque absorvem tudo de ruim que acontece à sua volta, sofrem com qualquer desequilíbrio do ambiente e se sentem mal imediatamente se as circunstâncias não estão boas, mesmo que a situação não as afete realmente. É preciso aprender a desprender-se e não se envolver ou afetar-se com tudo. O mau humor dos outros não precisa se transformar no seu mau humor. Se brigas ou discussões não dizem respeito a você, não é necessário sempre se envolver. É inútil perder a paz interior a cada situação ruim que acontece ao seu redor. Saiba ignorar, abstrair ou se afastar quando assim for melhor.
4) Fechar-se
Se existe algo que torna sua vida limitada, chata e sem significado é você escolher ser uma pessoa fechada, daquelas que não dá chance nenhuma a oportunidades, novas amizades, lugares desconhecidos, atividades que nunca fez e tudo aquilo que é diferente do que está acostumado. Abra-se! Mantenha o coração aberto, os ouvidos atentos, a coragem viva e a disposição a tiracolo. Comece agora mesmo a reparar se você não coloca uma redoma invisível de proteção em volta de si mesmo para não permitir que as pessoas se aproximem, ou se tem sempre uma boa desculpa na ponta da língua para se recusar a fazer algo novo ou sair da sua zona de conforto. Quebre a redoma. Pare de dar desculpas. Mantenha-se aberto para conhecer o máximo de coisas que puder na vida, sem preconceitos e julgamentos. Isso é viver. Viver é isso.
ser fechado
5) Comparar-se com os outros
Qualquer tipo de comparação que você faça entre você e outra pessoa não te fará bem nenhum. Quando se compara com alguém que considera “inferior” em determinada condição, está apenas alimentando seu ego, e ele não te traz benefício nenhum, apenas distancia você de você mesmo, porque a função do ego é fazer você se enganar. Já se o que costuma fazer é colocar-se em posição inferior, concentrando-se naquilo que o outro tem e você não, ou no que o outro é e você acha que não consegue ser, está alimentando sentimentos destruidores, que te distanciam ainda mais de ter e ser aquilo que você gostaria. Mude a direção da sua visão. Esqueça a vida dos outros e dê atenção à sua. Veja em si aquilo que é capaz de fazer, o quanto já cresceu, aprendeu, evoluiu e conquistou, e procure descobrir o que você realmente quer na vida e como conseguir.
6) Viver apenas no fim de semana
E se o fim de semana não existisse? Você conseguiria ser feliz? Já escrevi uma reflexão sobre o assunto aqui no blog, mas vale a pena questionar-se sempre sobre isto. Você realmente vive durante a semana ou passa os 5 dias úteis esperando para sentir felicidade apenas no sábado e no domingo? Se opta pela segunda opção, já parou para pensar que isso significa que você não se sente feliz durante mais da metade da sua vida? É por isso que sempre defendo aqui no blog duas atitudes importantes: para resultado a curto prazo, é fundamental incluir no seu dia a dia atividades que te proporcionem prazer e alegria e encontrar tempo para dedicar a si mesmo. Pensando a longo prazo, se você se sente infeliz na maior parte de seus dias, precisa urgentemente começar a construir um novo caminho para a sua vida.
7) Se preocupar com o que pensam de você
Ninguém é igual a ninguém e não existem duas pessoas que pensem exatamente igual, por isso é impossível que você não seja, em algum momento, criticado ou julgado. Nunca se esqueça que existem muitas pessoas, famosas ou não, que fizeram coisas incríveis e construíram vidas novas começando com uma ideia inicialmente desacreditada pela maioria. Lembre-se também que a única pessoa que realmente precisa se preocupar se você está feliz e se sentindo bem é você mesmo. Você é responsável pela sua vida e pela sua felicidade, portanto não permita que outras pessoas tomem o seu lugar nesta função.
8) Gastar muita energia com o que não tem importância
Comportamento comum (mas não exclusivo) dos neuróticos e perfeccionistas, que se preocupam demais com tudo e desperdiçam seu potencial oferecendo e acabando com suas energias em atividades que não têm nenhum significado para eles. Resultado: não sobra vontade e disposição para o que importa, e assim você nunca conseguirá dar um passo para fora de onde está. Equilíbrio é a solução. Todo mundo precisa realizar uma ou outra tarefa em que se sente desperdiçando tempo, o problema está em ocupar quase toda a sua vida em coisas que não têm importância para você e para as quais você não vê futuro ou não te trazem alegria no presente. Mesmo que seja necessário dedicar-se a algumas tarefas que não te agradam, tenha certeza de que está conseguindo conservar tempo e energia para aquilo que realmente te importa.
9) “Compensar” a tristeza
Usar comida, compras, bebida e outras distrações para compensar a tristeza, acreditando que isso te fará esquecer os problemas e se sentir melhor é uma ilusão. Se você já fez isso, deve ter percebido que não funciona. O efeito passa muito rápido. Quando passa. Pode parecer contraditório, mas é verdade: pessoas felizes aceitam a tristeza e os problemas. Elas sabem que, ao aceitar, eles não se sobrepõem à felicidade, apenas a acompanham por algum tempo e em breve vão embora. A tristeza nunca é eterna, mas a felicidade pode ser. Porque a felicidade é o estado natural de todos os seres. Se você permitir que os sentimentos ruins existam, sem travar guerra contra eles, em algum momento eles naturalmente irão embora. Ter consciência disso é o que consola e conduz as pessoas felizes à aceitação. O que não significa ficar inerte até a tristeza passar. Você pode fazer alguma atividade ou procurar algo que te faça sentir bem, mas evite os artifícios que levam apenas à felicidade passageira, principalmente aqueles que te prejudicam de alguma forma e até te fazem dependente. Vá atrás daquilo que beneficia o seu interior.
compensar a tristeza com comida
10) Esperar o momento certo para agir
Enquanto você espera a segunda-feira chegar, a lua cheia aparecer, o frio acabar, a outra pessoa mudar, ter muito dinheiro na conta, estar 100% seguro… a vida passa. Todos os motivos que você dá como explicação para não fazer aquilo que quer não passam de desculpas. Você pode sim começar agora, aí mesmo onde está e com o que tem. Não importa onde esteja e quanto tenha, sempre é possível dar um passo à frente, mesmo que ele seja pequeno. Um único passo e você já não está mais no mesmo lugar. Enquanto viver carregando desculpas, continuará sentindo tédio e frustração por não realizar seus sonhos e vontades. Inverta a situação: coloque as desculpas em modo de espera e dê início à ação.
11) Recusar ajuda
Muitas pessoas sabem que estão com algum problema psicológico mas não querem nem pensar em se consultar com um psicólogo ou terapeuta, nem mesmo pedir ajuda a alguém conhecido. Então guardam aquilo que está lhes fazendo mal vivo dentro de si. Para os outros, parecem ótimas. Por dentro, estão despedaçadas. Como diz o Dr. Drauzio Varella: “Se não quiser adoecer, conte seus sentimentos. O diálogo, a fala, a palavra são um poderoso remédio e uma excelente terapia”. Nós não estamos sozinhos neste mundo. Estamos todos ligados, por isso, ao mesmo tempo em que você deve estar disponível para ajudar os outros, precisa estar aberto para receber ajuda. Sem preconceitos, sem medo e sem constrangimento.
- See more at: http://desassossegada.com.br/2014/05/26/11-coisas-que-voce-precisa-parar-de-fazer-para-ser-feliz/#comment-152987

quarta-feira, 20 de maio de 2015

iChing - Exagrama Huan: O Desespero

Huan: O Desespero,
Você terá a impressão de que algo o atrapalha na realização dos seus objetivos. A causa poderia revelar-se em uma sua desconfiança ou fechamento em relação aos outros. É então conveniente que agora você dissolva e disperse as suas tensões: você pode abrir-se com a máxima confiança no próximo.

Vemo-nos amanhã.
 
O Vento



A Água
Ching 59

segunda-feira, 4 de maio de 2015

[PodCast] Como Lidar com o Futuro

Podcast de Tiago Grandi sobre Como Lidar com o Futuro

terça-feira, 28 de abril de 2015

Física Quântica e a Consciência

domingo, 19 de abril de 2015

Sendo Magoado Durante Toda a Vida

Tomemos por exemplo o mal que cada ser humano sofre desde a infância. É-se magoado pelos próprios pais, psicologicamente; depois magoado na escola, na universidade, através da comparação, através da competição, através de se dizer que tem que se ser excelente nesta matéria, etc. Durante toda a vida existe este processo constante de se ser magoado. Sabe-se isto, e que todos os seres humanos são magoados, profundamente, coisa de que podem não ter consciência, e que de tudo isto surgem todas as formas de ações neuróticas. Tudo isso faz parte da consciência da pessoa – uma consciência em parte oculta e em parte manifesta de que se é magoado. Agora, é possível não se ser de todo magoado? Porque as consequências de se ser magoado são a edificação de um muro em torno de si mesmo, afastando-se no relacionamento com os outros para não se ser mais magoado. Nisso há medo e um isolamento gradual. Agora, perguntamos: É possível não só ficar livre de males passados, mas também jamais ser magoado novamente? - Krishnamurti,

terça-feira, 14 de abril de 2015

Coletânea Krishnamurti

Somos aquilo que possuímos


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Somos aquilo que possuímos. O homem que possui dinheiro é o dinheiro. O homem que se identifica com a propriedade é a propriedade, ou a casa ou o mobiliário. Analogamente com ideias ou com pessoas, e quando há possessividade, não há relação. Mas a maioria de nós possui porque nada mais temos se não possuirmos. Somos conchas vazias se não possuirmos, se não preenchermos a nossa vida com mobiliário, com música, com conhecimento, com isto ou com aquilo. E essa concha faz muito barulho, e a esse barulho chamamos de viver, e com isso ficamos satisfeitos. E quando há uma interrupção, um separar-se disso, então há sofrimento porque nessa altura subitamente você se descobre a si mesmo tal como realmente é – uma concha vazia, sem muito significado. - Krishnamurti, The Collected Works vol V, p 297



A nossa atividade diária gira em torno de nós mesmos


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A maior parte da nossa atividade diária gira em torno de nós mesmos; está baseada no nosso ponto de vista particular, nas nossas experiências e idiossincrasias particulares. Pensamos em termos da nossa família, do nosso emprego, do que desejamos alcançar, e também em termos dos nossos medos, esperanças e desesperos. Tudo isto é obviamente egocêntrico e produz um estado de autoisolamento, como podemos ver no nosso dia-a-dia. Temos os nossos próprios desejos secretos, as nossas buscas e ambições ocultas, e nunca estamos profundamente relacionados com ninguém, quer com as nossas esposas, os nossos maridos, quer com os nossos filhos. Este autoisolamento é o resultado de fugirmos do nosso tédio diário, das frustrações e trivialidades da nossa vida diária. É causado também pela nossa fuga de várias maneiras da sensação extraordinária de solidão que se apodera de nós quando subitamente nos sentimos sem relação com nada, quando tudo está à distância e não há comunhão, não há relacionamento com ninguém. - Krishnamurti, The Collected Works vol XIV, pp 219-220



Eu começo com coisas simples


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Vendo o mundo, vendo a humanidade, o “eu”, e a necessidade de uma revolução total, radical, como é possível ocasioná-la? Ela só pode ser ocasionada quando o observador já não faz um esforço para mudar, porque ele próprio faz parte daquilo que tenta mudar. Portanto, cessa totalmente toda a ação por parte do observador, e nesta inação total existe uma ação muito diferente. Não há nada de misterioso ou místico acerca de tudo isto. É um simples fato. Eu não começo pelo limite extremo do problema, que é a cessação do observador; começo com coisas simples. Consigo olhar para uma flor na beira da estrada ou no meu quarto sem que surjam todos os pensamentos, o pensamento que diz: “É uma rosa; gosto do cheiro dela, do perfume”, e assim por diante? Consigo simplesmente observar sem o observador? Se você não tiver feito isso, faça-o, ao nível mais baixo, mais simples. Não é realmente o nível mais baixo; se souber fazer isso, você terá feito tudo. - Krishnamurti, The Collected Works vol XVI, p 205



Quando você começa muito perto…


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Geralmente começamos com o que está mais longe – o princípio supremo, o mais alto ideal, e perdemo-nos em algum sonho vago de pensamento imaginativo. Mas quando você começa muito perto, com o que está mais perto, que é você mesmo, então o mundo inteiro está patente, pois você é o mundo, e o mundo para além de você é somente a natureza. A natureza não é imaginária: ela é real; e o que está acontecendo agora com você é real. Você deve começar a partir do real – com o que está acontecendo agora – e o agora é atemporal. - Krishnamurti, Letters to the Schools vol I, p 58



Não o autoaperfeiçoamento


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O homem que deseja aperfeiçoar-se jamais poderá estar consciente, pois aperfeiçoamento implica condenação e a obtenção de um resultado. Ao passo que, no estar consciente, há observação sem condenação, sem rejeição ou aceitação. Esse estar consciente começa com as coisas exteriores, tendo consciência, estando em contato com os objetos, com a natureza. Primeiro, há o ter consciência das coisas ao redor de si, sendo sensível aos objetos, à natureza, depois às pessoas, o que significa relacionamento; depois há o ter consciência da ideia. Esta consciência, sendo sensível às coisas, à natureza, às pessoas, às ideias, não é constituída por processos separados, mas é sim um processo unitário. É uma observação constante de tudo, de cada pensamento e sentimento e ação, à medida que surgem dentro da pessoa. - Krishnamurti, The First and Last Freedom, p 173



Consciência das coisas exteriores


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Se você tiver consciência das coisas exteriores – a curva da estrada, a forma de uma árvore, a cor da roupa de outra pessoa, o contorno das montanhas contra o céu azul, a delicadeza de uma flor, a dor estampada na face de um transeunte, a ignorância, a inveja, o ciúme dos outros, a beleza da Terra – então, vendo todas essas coisas exteriores sem condenação, sem escolha, você pode deixar-se levar pela maré da consciência interior. Você terá, então, consciência das suas próprias reações, da sua própria mesquinhez, dos seus próprios ciúmes. A partir da consciência exterior, você chega à interior; mas se você não tiver consciência do externo, não poderá chegar ao interno... Quando há consciência interior de cada atividade da sua mente e do seu corpo; quando você tem consciência dos seus pensamentos, dos seus sentimentos, tanto secretos quanto patentes, conscientes e inconscientes, então desta consciência surge uma clareza que não é induzida, não é construída pela mente. - Krishnamurti, The Collected Works vol XV p 243



Autoconhecimento


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O autoconhecimento é o começo da sabedoria. No autoconhecimento está o universo inteiro; ele abrange todas as lutas da humanidade. - Krishnamurti, This Matter of Culture p 113



Para ir longe você tem de começar muito perto


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Certamente, para ir longe, você tem de começar muito perto; mas começar perto é muito difícil para a maioria de nós, pois queremos fugir de “o que é”, fugir ao fato do que somos. Sem nos compreendermos, não podemos ir longe, e estamos em constante relacionamento; não há existência alguma sem relacionamento. Portanto o relacionamento é o imediato, e para ir além do imediato, tem de haver a compreensão do relacionamento. Mas nós preferimos examinar aquilo que está bem longe, aquilo que chamamos de Deus ou verdade, a realizar uma revolução fundamental em nosso relacionamento, e esta fuga para Deus ou para a verdade é completamente fictícia, irreal. O relacionamento é a única coisa que temos, e sem compreendermos esse relacionamento jamais poderemos descobrir o que é a realidade ou o que é Deus. Portanto, para ocasionar uma mudança completa na estrutura social, na sociedade, o indivíduo tem de purificar o seu relacionamento, e a purificação do relacionamento é o começo da sua própria transformação. - Krishnamurti, The Collected Works vol VI pp 137



Observando-se a si mesmo


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Afinal, conhecer-se a si mesmo é observar o seu comportamento, as suas palavras, o que você faz em seus relacionamentos diários; isso é tudo. Comece com isso e verá quão extraordinariamente difícil é ter consciência, apenas observar o seu tipo de comportamento, as palavras que usa com o seu empregado, o seu chefe, a atitude que tem em relação às pessoas, às ideias e às coisas. Apenas observe seus pensamentos, seus motivos, no espelho das relações, e verá que, no momento em que observa, você quer corrigir; você diz: “Isto é bom, isto é ruim, tenho de fazer isto e não aquilo.” Ao ver-se no espelho do relacionamento, sua abordagem é de condenação ou de justificação; portanto, você distorce aquilo que vê. Ao passo que, se você simplesmente observar naquele espelho a sua atitude em relação às pessoas, às ideias e às coisas, se você vir somente o fato, sem julgamento, sem condenação ou aceitação, então descobrirá que a própria percepção tem sua própria ação. Esse é o começo do autoconhecimento. - Krishnamurti, The Collected Works vol VI p 307



O autoconhecimento mediante o relacionamento


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O autoconhecimento não se dá em conformidade com nenhuma fórmula. Você pode consultar-se com um psicólogo ou psicanalista para descobrir coisas sobre si mesmo, mas isso não é autoconhecimento. O autoconhecimento surge quando temos consciência de nós mesmos no relacionamento, o que revela o que somos de momento a momento. O relacionamento é um espelho em que podemos ver-nos como realmente somos. Mas a maioria de nós é incapaz de olhar-se tal como é no relacionamento, porque imediatamente começamos a condenar ou justificar aquilo que vemos. Nós julgamos, avaliamos, comparamos, negamos ou aceitamos, mas nunca observamos realmente “o que é”, e, para a maioria das pessoas, isto parece ser a coisa mais difícil de fazer; contudo somente isto é o começo do autoconhecimento. - Krishnamurti, The Collected Works vol IX p 137



O relacionamento é o espelho


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O relacionamento é o espelho em que podemos ver-nos como somos. Toda a vida é um movimento de relacionamento. Não existe nada vivo na Terra que não esteja relacionado com uma coisa ou com outra. Mesmo o eremita, o homem que parte para um lugar solitário, está relacionado com o seu passado, está relacionado com aqueles que estão ao seu redor. Não há como fugir ao relacionamento. Nesse relacionamento que é o espelho no qual podemos ver-nos, podemos também descobrir o que somos, as nossas reações, os nossos preconceitos, os nossos medos, depressão, ansiedades, solidão, sofrimento, dor, pesar. Podemos também descobrir se amamos ou se o amor não existe. Por conseguinte examinaremos a questão do relacionamento porque ele é a base do amor. - Krishnamurti, Mind Without Measure p 79



Mudando a sua relação


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Viver é estar relacionado. Portanto tenho que compreender e tenho que mudar. Tenho que descobrir como ocasionar uma mudança radical na minha relação, porque, afinal, isso produz guerras; é isso que está acontecendo neste país entre os paquistaneses e os hindus, entre os muçulmanos e os hindus, entre os árabes e os judeus. Não há , portanto, saída através do templo, através da mesquita, através das igrejas cristãs, através da discussão da Vedanta, deste e daquele e dos outros sistemas diferentes. Não há saída a menos que você, como ser humano, mude radicalmente a sua relação. Surge agora o problema: Como vou mudar, não abstratamente, a relação que está agora baseada em procuras e prazeres egocêntricos? - Krishnamurti, The Collected Works vol XVI pp 34-35



A relação como meio de fuga


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A relação só tem um significado verdadeiro quando é um processo de autorrevelação, quando nos revela a nós mesmos na própria ação da relação. Mas a maior parte de nós não quer ser revelada na relação. Pelo contrário, usamos a relação como um meio de encobrir a nossa própria insuficiência, as nossas próprias dificuldades, a nossa própria incerteza. A relação torna-se, portanto, mero movimento, mera atividade. Não sei se repararam que a relação é muito dolorosa, e que desde que não seja um processo revelador em que você descobre a si mesmo, a relação é simplesmente um meio de fuga de si mesmo. - Krishnamurti, The Collected Works vol V p 230



Nem renúncia nem aceitação


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Para nos compreendermos profundamente, precisamos de equilíbrio. Isto é, não podemos abandonar o mundo, esperando compreender-nos, ou estar tão emaranhados no mundo que não haja ocasião de nos compreendermos. Tem que haver equilíbrio, nem renúncia nem aceitação. - Krishnamurti, The Collected Works vol III p 22



Viver é estar relacionado


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A compreensão de nós mesmos não chega através do processo de afastamento da sociedade ou através do isolamento numa torre de marfim. Se vocês e eu investigarmos realmente o assunto cuidadosa e inteligentemente, veremos que só conseguimos compreender a nós próprios na relação e não no isolamento. Ninguém consegue viver em isolamento. Viver é estar relacionado. Só no espelho da relação é que compreendo a mim mesmo, o que significa que tenho que estar extraordinariamente alerta nos meus pensamentos, sentimento e ações na relação. Isto não é um processo difícil ou um empreendimento super-humano; e como em todos os rios, enquanto a nascente dificilmente é perceptível, as águas ganham ímpeto à medida que se movem, à medida que se aprofundam. Neste mundo louco e caótico, se investigarem este processo deliberadamente, com cuidado, com paciência, sem condenar, verão como ele começa a ganhar ímpeto e que não é uma questão de tempo. - Krishnamurti, The Collected Works vol VI, pp 37-8



Procure resolver o problema em pequena escala


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Em um mundo de vastas organizações, vastas mobilizações de pessoas, movimentos em massa, temos medo de agir em pequena escala; temos medo de ser gente insignificante pondo em ordem a nossa própria parte. Dizemos a nós mesmos: “Que posso eu fazer pessoalmente? Preciso unir-me a um movimento de massas para fazer uma reforma.” Pelo contrário, a verdadeira revolução não ocorre por meio de movimento em massa mas mediante a revolução interior do relacionamento – só isso é reforma verdadeira, uma revolução radical, contínua. Temos receio de começar em pequena escala. Porque o problema é tão vasto, pensamos que temos de enfrentá-lo com grande quantidade de pessoas, com uma grande organização, com movimentos em massa. Certamente, temos de começar a procurar resolver o problema em pequena escala e na pequena escala do “eu” e do “você”. Quando eu compreendo a mim mesmo, compreendo você, e dessa compreensão vem o amor. - Krishnamurti, The Collected Works vol V p 96



Que posso fazer?


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E nós somos responsáveis. Não se engane dizendo: “Que posso fazer? Que posso fazer como indivíduo, vivendo uma vidinha de imitação, com toda a sua confusão e ignorância?” A ignorância só existe quando você não conhece a si mesmo. Autoconhecimento é sabedoria. Você pode desconhecer todos os livros do mundo (e espero que desconheça), todas as teorias mais recentes, mas isso não é ignorância. Ignorância é não se conhecer profundamente; e você não pode se conhecer se não conseguir olhar para si mesmo, ver-se como é realmente, sem nenhuma distorção, sem nenhum desejo de mudar. - Krishnamurti, Talks in Europe 1968, p 56



Crise na consciência


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Estamos enfrentando uma tremenda crise; uma crise que os políticos nunca conseguem resolver porque estão programados para pensar de um modo específico – nem os cientistas conseguem compreender ou resolver a crise; nem ainda o mundo dos negócios, o mundo do dinheiro. O momento decisivo, a decisão perceptiva, o desafio, não está na política, na religião, no mundo científico; está na nossa consciência. Tem de se compreender a consciência da humanidade, que nos trouxe a este ponto. - Krishnamurti, The Network of Thought, p 9



O homem dividiu a Terra


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É a nossa Terra, não a sua ou a minha ou a dele. Estamos destinados a viver nela, ajudando-nos uns aos outros, não nos destruindo uns aos outros. Isto não é nenhuma bobagem romântica, mas o fato real. Mas o homem dividiu a Terra, tendo esperança de que com isso no particular ele vá encontrar felicidade, segurança, uma sensação de permanente conforto. Até que ocorra uma mudança radical e apaguemos todas as nacionalidades, todas as ideologias, todas as divisões religiosas, e estabeleçamos um relacionamento global – primeiro psicologicamente, interiormente, antes de organizarmos o exterior – continuaremos com guerras. Se você causar dano a outros, se você matar outros, quer por raiva quer pelo assassinato organizado que é chamado de guerra, você – que é o resto da humanidade, não um ser humano separado combatendo o resto da humanidade – está destruindo a si mesmo. - Krishnamurti, Krishnamurti to Himself, p 60



Divisão entre os homens


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Por que existe, temos de perguntar, esta divisão, – os russos, os americanos, os britânicos, os franceses, os alemães, etc. – por que existe esta divisão entre homens, entre raças, cultura contra cultura, uma série de ideologias em oposição a outra? Por quê? Onde é que existe esta separação? O homem dividiu a Terra entre sua e minha – por quê? Será que tentamos encontrar segurança, autoproteção, em um grupo específico ou em uma crença, fé, específica? Porque as religiões também dividiram os homens, colocaram homem contra homem – os hindus, os muçulmanos, os cristãos, os judeus, etc. O nacionalismo, com o seu lamentável patriotismo, é na realidade uma forma glorificada, uma forma enobrecida, de tribalismo. Numa tribo pequena ou numa tribo muito grande, há um sentido de estar unido, de ter a mesma língua, as mesmas superstições, o mesmo tipo de sistema político, religioso. E a pessoa sente-se segura, protegida, feliz, confortada. E por essa segurança, esse conforto, estamos dispostos a matar outros que têm o mesmo tipo de desejo de estarem seguros, de se sentirem protegidos, de pertencerem a algo. Este terrível desejo de nos identificarmos com um grupo, com uma bandeira, com um ritual religioso, etc., dá-nos a sensação de termos raízes, de não sermos andarilhos sem lar. - Krishnamurti, Krishnamurti to Himself, pp 59-60

quarta-feira, 25 de março de 2015

Existe Raiva Justa?

Será que existe raiva justa? Ou só há raiva? Não há boa influência ou má influência, só há influência; mas, quando você está influenciado por algo que não me agrada, chamo isso de má influência. No momento em que você protege sua família, seu país, um pano colorido chamado bandeira, uma crença, uma ideia, um dogma, a coisa que você exige ou possui, essa mesma proteção indica raiva. Então, será que você pode olhar para a raiva sem nenhuma explicação ou justificação, sem dizer: “Preciso proteger os meus bens”, ou “Eu estava certo em ficar com raiva”, ou “Como fui estúpido em ficar com raiva”? Você consegue olhar para a raiva como se ela fosse algo em si mesma? Consegue olhar com completa objetividade, o que significa sem a defender nem a condenar?

 - Krishnamurti

terça-feira, 24 de março de 2015

Não Fugir da Violência

Se não houvesse nenhum ideal, só restaria a você “o que é”. Será que isso tranquilizaria as pessoas? Ou você teria então a energia, o interesse, a vitalidade para resolver “o que é”? Não seria o ideal da não violência uma fuga ao fato da violência? Quando a mente não está fugindo, mas é confrontada com o fato da violência – que ela é violenta, não a condenando nem a julgando – então certamente tal mente tem uma qualidade inteiramente diferente e já não há violência. - Krishnamurti, 

domingo, 15 de março de 2015

Hexagrama do iChing - Lu: O Andarilho / Conduta

Agora é oportuno que você não faça projetos: considere como tudo é mutável e fácil de transformar-se. Por enquanto, você deverá contar com o que você possui e fazer com que baste sem que você se prenda às coisas. Livre-se do sentimento de possessão e das expectativas que envenenam a vida. 

Fogo

Montanha

sábado, 14 de março de 2015

Provérbio Árabe sobre o Silêncio

No abras los labios si no estás seguro de que lo que vas a decir es más hermoso que el silencio.

Proverbio árabe

domingo, 8 de março de 2015

Pensamento do Dia - Saber Quem Sou

Ignoramos nuestra verdadera estatura hasta que nos ponemos en pie.

Emily Dickinson

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Sobre o Esforço

El esfuerzo hace crujir los huesos, pero ilumina el rostro.

Jorge Angel Livraga

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

A Morte pode ser Deus

Quando a morte chega, ela não lhe pede permissão; ela vem e leva você; ela o destrói no local. Do mesmo modo, será que você consegue abandonar o ódio, a inveja, o orgulho das posses, o apego a crenças, a opiniões, a ideias, a determinado modo de pensar? Será que você consegue abandonar isso tudo num instante? Não existe um “como abandonar isso”, pois isso seria apenas outra forma de continuidade. Abandonar opiniões, crenças, avidez ou inveja, é morrer – morrer todos os dias, todos os momentos. Se houver o findar de toda ambição, de momento a momento, então você conhecerá o extraordinário estado de ser nada, de chegar ao abismo de um movimento eterno, por assim dizer, e cair borda abaixo – que é a morte. Quero saber tudo sobre a morte, porque a morte pode ser a realidade; ela pode ser o que chamamos Deus – aquele algo extraordinário que vive e se move e, não obstante, não tem começo nem fim. - Krishnamurti

A Única Expansão Possível é a da Consciência

 Observando as pessoas e os seus diversos interesse percebi que a nossa natureza é expandir, ramificar, edificar seja qual for o objeto ao qual nos dedicamos sempre seguimos essa tendência de agregar mais elementos.

Por exemplo um comerciante vai continuar comprando mercadoria e abrindo mais lojas se for corajoso ou na pior das hipóteses vai encher sua loja até o teto caso tenha se apegado demais a sua loja a ponto de não conseguir crescer mais.
Outro exemplo é a religião, recentemente vi um documentário sobre o que é a umbanda, o que eu vi foi um altar tão cheio de imagens de santos misturados com entidades que reflete facilmente está necessidade de expansão.

Poderíamos usar qualquer exemplo como aqueles jovens que nem tem mais lugar para colocar piercings e tatuagens, investidores do mercado de ações ou imobiliários, políticos que roubam cada vez mais dinheiro que nem sequer conseguirão gastar e assim por diante.

O fato é que qualquer que seja a área que se expanda ou acumule, sempre será um caminho de complicação, uma criação de uma construção frankestein fadada a cair, a desmoronar ou tornar-se um esqueleto em ruínas e sem sentido.

A única expansão verdadeira é a expansão da consciência liberta, que é tão fluida que com nada se identifica, nem tem desejo por nada, apenas observa em tempo real, cada vez mais, até que acaba por SER tudo, e quem É não precisa mais acumular nada. Como disse Castaneda, anda de leve pelo mundo, quase sem deixar pegadas.

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