domingo, 3 de maio de 2009

Sobre os perigos da discussão

Sabe-se que o ser humano além do corpo físico tem um corpo de luz, uma espécie de ovo luminoso.

Esotericamento pela visão de um clarividente quando se dá uma discussão onde cada um tenta impor seu ponto de vista pode-se ver que o que este ovo de luz que estava em estado de harmonia, colorido com cores claras e sutís começa adquirir uma coloração agressiva, avermelhada e seu conteudo começa se revolver no interior, causando uma especie de redemoinho.

Esta disposição torna a visão turva e encobre o discernimento com um tipo de nuvem bloqueando a luz, assim como um dia nublado.

Como deveríamos então nos portar para haver uma troca de idéias harmônica?

Atravez do diálogo.

Diálogo vem de Dia Logos, ou seja, duas inteligências. Estas inteligências então tem a possibilidade de comunicar-se sem o impedimento desta desagregação da harmonia interior.

O dialogo se dá quando estas duas inteligências tentam chegar juntas a uma resolução correta sobre determinado assunto sem o desejo de um se sobrepor ao outro, quer dizer, não importa qual dos dois está correto desde que a colaboração deles consiga conduzir o assunto acima das superficialidade chegando senão a uma verdade ultima, ao menos a uma verdade mais ampla do que quando começou o diálogo.

Hoje nossos diálogos terminam em discussão porque cada qual quer mostrar que sabe mais. Isto se dá porque o homem moderno tem muita importância própria.

Don Juan de Matus, um índio Tolteca, quando ensinava seu discípulo Carlos Castañeda chegava rolar de rir observando as explosões de Castañeda quando se tocava em sua importância própria.

Quando estamos em uma discussão ficamos cegos, como experência é interessante observar uma discussão sem a disposição de tomar parte da mesma, somente observar, pois quando estamos de fora nos é mais fácil ver com mais clareza como um tecnico de algum esporte que por estar de fora consegue ver onde estão as falhas.

Se fizeres esta experiência verás como parecem crianças quando seus interesses infantis não podem ser atendidos e estas crianças começam chorar e espernear.

Analisando tudo isto começamos entender porque os sábios guardavam silêncio sobre tantos assuntos.

A!

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