terça-feira, 19 de maio de 2009

Ser virtuoso não é ser ingênuo

Nos tempos de hoje onde a esperteza impera sobre a bondade acabamos por pensar que o homem com virtudes é enganado pelos espertinhos.

Nada poderia estar mais longe da verdade, a começar pela raiz da palavra virtude, que vem de virtus, que por sua vez se traduz em forte, ou seja, o homem virtuoso é um homem forte, ou deveria ser?

Ai reside o mal entendido, em nosso mundo atual confundiu-se ser virtuoso e ser humilde com ser bonzinho ou ingênuo e se assemelhar com um mendigo que se coloca abaixo de todos e ao invez de reivindicar ele suplica. Mais um favor prestado pelos nossos queridos cristãos em suas interpretações da Bíblia.

O fato é que um homem virtuoso não pode ser enganado, pois para ser enganado ou manipulado não só o manipulador é o culpado, pois para poder manipular este deve encontrar alguma coisa com que manipular, algo de interesse do manipulado, um oferece e outro aceita. Se a suposta vítima abre mão de ser vítima e tão pouco de ser o predador, ele se coloca em uma posição neutra, fora do ciclo da violência e já não pode ser manipulado.

As virtudes nos proporcionam isto, ver antes, ver de cima. E a partir daí não pode mais ser manipulado. Aquele que tenta manipular pode até pensar que conseguiu seu objetivo com êxito, mas o homem virtuoso já não mais se sente uma vítima pois ele escolhe conscientemente o que faz e o que não faz com vista em seu dever ao invez de desejos pessoais ou superficiais.

A má notícia é que o único jeito de entender isto e vários outros ensinamentos é a partir da prática, experimentando em si mesmo o efeito das virtudes e dos mistérios.

Palavras apenas nos indicam o caminho a percorrer, intelectualismo é mera sombra perto da verdade colocada em prática.

Como disse H.P.B. - Honra as verdades com a prática.

A!

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