sábado, 2 de maio de 2009

A Sabedoria

Meu Mestre me ensinou que a Sabedoria é "a expressão mais elevada da intelgiência humana, capaz de discernir entre o Bem/Mal, o Belo/Feio, o Justo/Injusto". Esta definição, preenchida por uma axiologia profunda, vale para dirigir os esforços daqueles FILÓSOFOS - buscadores da sabedoria - que carecem de critério para avaliar sua jornada interior.
Será que beber um xarope alucinógeno leva à sabedoria, pelo simples fato de gerar visões extra-físicas? Será que sentar em padma-asana e cantar um mantra, com cara de santo (e geralmente só a cara....) leva ao entendimento de alguma questão prática para a vida? Será que a leitura desenfreada de nomes conhecidos dos intelectuais de época pode responder à ânsia do idealista que urge por um mundo novo?
Pois a experiência - que é motor e modo da sabedoria - tem mostrado que as supostas vias acima mencionadas, meramente alimentam a ilusão daqueles bem intencionados... mas Dante já avisara que o inferno recebe todos os bem-intencionados. O filósofo, como legítimo buscador da SABEDORIA, não se limita a buscar. Ora, quer encontrar algo! E a ilusão de perseguir sombras, infundadas, como o cãozinho que procura morder a própria cauda e só ganha frustração, tem levado muitos idealistas a dispensarem seu idealismo; a cansarem de uma busca que a nada leva; a optarem pelo mesmo modo de vida medíocre que colore (de cinza) as vidas de milhares e milhares de pessoas no mundo hoje.
Não! A Sabedoria não vem por técnicas infantis! A Sabedoria não vem pela boa intenção simples! A Sabedoria somente pode ser ensinada por quem aprendeu alguma coisa relacionada aos axiomáticos BOM, BELO e JUSTO!
E a Tradição de Sabedoria tem prestigiado todo discípulo de coração honesto e esforço contínuo que tenha encontrado uma Trilha, um Mestre e uma oportunidade de devotar-se à VERDADE.
Mas como identificar um Mestre? Como eleger (ou encontrar?) uma Trilha verdadeira? Como dizia o índio Don Juan à Carlos Castñeda "...uma Trilha tem de ter coração". Ou seja, há que testar o caminho apontado pelo suposto mestre dentro de si, verificar se há calor, se há essência. E, em termos básicos: qual o exemplo DE VIDA que este pretenso mestre está a demonstrar? É capaz ele de demosntrar, por comportamento, por biografia, que entende do Bom, do Belo e do Justo?
Não sejamos ingênuos. Um filósofo não pode ser ingênuo...

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