sexta-feira, 8 de maio de 2009

A Força

O mundo é como um teatro. As coisas se mostram, como num espetáculo, como uma sequência de fatos, uma série de personagens, um cenário (ou muitos), falas, conversas, tramas e dramas, conversações e trejeitos. Mas, como num teatro, o que define e o que direciona está oculto aos olhos dos comuns espectadores. O que aparece no palco é apenas um jogo visual, aparente. Contudo, as causas destes fenômenos estão conjugados naquilo que os antigos filósofos egípcios chamavam de FORÇAS. No antigo Egito, terra de mistérios - donde vem o nome aegiptus, do grego, misterioso/oculto - os hierofantes e magos diziam de "HEKA", a magia de Estado, como a potência direcionadora da sociedade. Sem esta mágica direção, o Egito não poderia replicar, na terra, o modelo celeste. O Nilo terrestre, não poderia refletir a abundância de águas do Nilo celeste. Estes filósofos, muitas vezes estranhos ao modelo racionalista dos dias de hoje, entendiam uma premissa muito básica da ciência: o que os sentidos captam, é mera ilusão. É maya, como diriam os hindus. É apenas uma configuração sensorial, de arranjos físicos, mais ou menos funcionais, para dar noção do mundo que nos circunda. Entretanto, por detrás destas informações que se nos vêm dos sentidos, está a PERCEPÇÃO, a capacidade humana de entendimento real, que produz a significação das coisas. Agora, fica a pergunta: como atuar a partir deste cenário de Forças? Como percorrer a vida vendo e movendo as linhas que estruturam os fatos e não o eventos consequentes? Como interpretar as causas, como enxergar o karma acontecendo e não somente os fatos acontecidos? Bem, esta é a realização da filosofia. O princípio do filósofo é a surpresa com o que desconhece; o meio da caminhada é a descoberta; o fim do filósofo é o Homem-Mago, o homem de conhecimento, o sábio. Dizem que Jesus, Buda, Pitágoras, Lao Tsé, entre outros, viam o mundo através das Forças que o movem. Nós ainda não entendemos isso por completo. Mas podemos ter a intenção descomplicada de ver a vida a partir do coração, da pureza e da simplicidade. Ver os olhos das pessoas como janelas da Alma. Ver os corpos como veículos de uma consciência impressionante; Ver os fatos da vida como pegadas de um gigante chamado História. Não é o modo como os sábios vêem o mundo, mas já é um começo. É o modo dos filósofos.

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