sábado, 25 de abril de 2009

Medo ao ridículo

Existem dois tipos de decisões as quais tomamos constantemente. Uma é coordenada por nossa inteligência, por nosso livre arbítrio e a outra é comandada pelos usos.

Mas o que são usos? Como o nome já diz é algo que usamos como hábito e até usamos estes dois nomes juntos algumas vezes, usos e hábitos.

Por exemplo: Você decide ir a uma festa na casa de um amigo, você decidiu ir até lá pois tem vontade de conversar com as pessoas, ouvir música, talvez comer os salgadinhos da festa, tomar um vinho. Mas ao ultrapassar a porta de entrada qual será sua primeira ação?

Cumprimentar as pessoas, uma a uma, talvez cumprimente algumas até a contragosto. Por que fazemos isto? Por que é um uso, uma conduta esperada, e você faz pois se não fizer pode ser até mesmo tachado de mal educado ou coisa do gênero.

Muitos usos servem para ordenar a situação, como por exemplo um guarda de trânsito quando nos faz sinal para pararmos, talvez ele quisesse ser gentil e nos deixar passar, porém ele representa uma força maior coordenadora, o estado, e já não obedece mais ao seu livre arbítrio.

Onde estou querendo chegar com isso é que alguns usos são úteis e outros são apenas formas decadentes e desnecessárias, sem mais utilidade. (Não estou aqui falando dos cumprimentos)

Muitas vezes nos colocamos em situações que não queremos, e agimos como não desejamos por que é uso agir desta forma. E porque fazemos isto?

Medo ao ridículo, medo de parecer inapropriado ou também medo de parecer culpado.

Culpa foi algo que originalmente não existia, foi infiltrada principalmente pelos cristãos que com suas deformações nas simples palavras de Jesus acabaram por nos colocar em uma prisão invisível onde os carcereiros somos nós mesmo, sempre julgando e criticando os demais e vice versa.

A dica que Jesus nos deu foi não julgues o próximo para não seres julgado. Pode até ser que não percebamos isto, mas quando julgamos e apontamos o erro de alguém, vamos julgar a nós mesmos com o mesmo rigor ou até mais.

Vamos aprender a não julgar nossos irmãos. E quanto a nós mesmos, devemos ser severos antes de efetuar os atos, depois que já erramos não adianta mais sentir-se culpado, o mais indicado é guardarmos isso em outra gaveta, ao invez de colocar na gaveta da culpa colocar isso na gaveta do aprendizado para que na próxima vez não cometamos o mesmo erro.

Quando estamos livres de culpa do passado, pensamos melhor, decidimos melhor e agimos melhor. Sem pensamentos circulares e torturantes.

A!

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