quinta-feira, 16 de abril de 2009

A Filosofia do Pensar no Falar, Escrever e Dialogar

Pensar está para falar assim como pensar está para escrever, hoje é muito comum falarmos ansiosamente e abruptamente ou tentarmos escrever de alguma forma qualquer sem ter em mente como seria a melhor forma de faze-lo.

Os sábios de antigamente nos trazem em seus textos e seus diálogos uma forma muito especial de expor as idéias, e é muito nítido perceber a diferença entre sábios ou homens de conhecimento e pessoas comuns ou não interessadas em lapidar-se para ser melhor.

Quando nos deparamos com idéias expostas de filósofos a maneira clássica sentimos algo que nos toca no íntimo e nos traz uma espécie de serenidade, calma, entendimento natural e as vezes até mesmo entendimento direto, como diziam os toltecas, conhecimento como pó de mariposa onde nos banhamos e apenas sabemos sem pensar, em outras palavras, intuição.

Em escritos e falas descuidadas, ansiosas ou inconsientes, sente-se de pronto uma certa angústia, um quase chegar mas não concluir a forma da idéia, parece que não se chega ao fechamento hermético da idéia para poder integra-la ao coração.

Ouvir também tem seus métodos, pois quando ouvimos para ser efetivo, deve-se sincronizar a velocidade e vibração do proprio pensamento ao pensamento do locutor. Isto é harmonizar-se, é uma forma de amor.

Sabendo estas coisas talvéz deva-mos prestar atenção com quem estamos aprendendo, a quem estamos nos assemelhando e que tipo de pensamento estamos deixando reger nosso ser interior.

Para falar e escrever é imprescindível estarmos harmonizados, o corpo relaxado, a energia harmonizada, as emoções pacificadas e a mente traquila. Só assim poderemos receber uma fagulha de nosso ser interior, nosso sol interior que tudo sabe e tudo vê.

A!

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